Um dia aí, eu estava como uma rainha (pós carnaval). Não fiz nada a não ser o trajeto trono - cama. Como meu cérebro também não estava muito apto para decodificar coisas muito complexas, fui ver a TV aberta. Nada de filme cult... O negócio era ver "Malhação". Todos malham, zoam, gastam esse programa. O roteiro é pessimamente ruim e os atores são horrivelmente podres. Muita gente ( e eu me incluía aí), para amenizar a situação, fala que o programa adolescente é um centro de treinamento, uma espécie de estágio para os novos atores globais. A atuação ruim é por falta de experiência, é muito difícil atuar pra tv. Sei disso, pois fiz uma personagem neutra, uma mocinha que mais parecia uma songamonga, pois não saía natural. Destarte, ganhar o público não é algo que se faz com os pés nas costas, principalmente quando se está num processo rápido, como o da tv. É como a comida do Spolleto (quem gosta, me perdoe). É boa, sabe? É um restaurante até mais ou menos, bonito, com algun pratos caros e outros acessíveis (o que não quer dizer barato). Eles fazem a massa tão rapidamente que os sabores dos temperos não entram. A comida fica artificial. Não tem aquele gostinho de refogado. Os ingredientes são colocados em uma frigideira e em dois minutos o seu penne com molho de um monte de coisa e bacon está pronto.
No set de gravação temos paredes, portas e comida falsas, luz, muita luz, câmeras, pessoas rodando e gritando em baixo tom de um lado para o outro. O vira-lata late, o figurante faz merda, a etiqueta da blusa está aparecendo, pausa para tirar o brilho do rosto. O ator tem que ter uma concentração de monge. É difícil extrair uma boa atuação dentre todos esses obstáculos. Mas tem neguinho que consegue. Pois é... Tem gente que consegue ser muito pau em pouco tempo de TV. Claro que existem os macacos velhos que já passaram por experiências incríveis de atuação, estudaram mais que qualquer estudante universitário lascado e não entraram na TV porque são bonitos e fotogênicos. Esses temperados continuaram no ramo porque nos fazem acreditar em suas mentiras. Os bonitinhos fotogênicos e de boa pele que eu vejo na TV atual se distraem com qualquer coceirinha...PERA... Não... Coceirinha é algo muito natural, não pertence ao mundinho desses aí. O fato é que eu não vejo verdade neles, não vejo tempero. A plateia e os espectadores devem crer no que é passado, eles querem crer no conteúdo mostrado. No momento da atuação deve haver uma transferência para outra dimensão para que tudo o que o corpo do ator fizer seja real. .................ok....só um desabafo.
domingo, 4 de março de 2012
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Preciso comer mais brigadeiro
Existe, a meu ingênuo ver, uma diferença grande entre os teóricos das Letras e os teóricos das Artes Cênicas. Ontem, nas minhas andanças atrás de um emprego, entrei com Diego numa exposição sobre a Índia. Reparei e comentei que o semblante das esculturas indianas eram mais relaxadas, felizes e até mangadeiras, enquanto que as esculturas cristãs sempre me deram um pouco de medo, pois são tristes, melancólicas e com cara de enterro. Taí! Os letrados, com todo respeito aos meus caros amigos, têm cara de enterro. Parece que seus textos DEVEM ser chatos e difíceis. Já os textos dos teatrólogos me surpreendem por parecerem mais despojados, divertidos e até mais aventureiros. Eles comem chocolate sem culpa. Nós de letras temos aquele estigma de que sabemos muito bem gramática e ortografia. Não nego que aprendi a escrever melhor durante o meu curso... Mas sofri os olhares cortantes dos sábios mais sábios do mundo quando disse que li " O caçador de pipas", que adoro "Mulheres de Areia" e que não sei gramática. Ê laiá... Achei o meu curso meio chato. O que me salvava eram os meus amigos e as aulas de Literatura Comparada em que a gente só fazia escutar samba. Não posso nem descer o cacete no curso, sou suspeita, não gostava dele mesmo. Devo ter pulado alguns outros textos legais que talvez existam na linguística. Chomsky, Saussure, Travaglia têm gosto de fígado! Estou exagerando... Mas que tem o ransinho.. Ah tem. Considero um texto gostoso aquele que me amarra bem apertado. Tem que rolar uma paixão louca que me faça largar tudo e viver pro dito cujo, nem que seja por alguns minutos.
Lendo Spolin, Koudela e Stanislavski (ô, herança do academicismo) me senti como se estivesse sozinha em casa comendo brigadeiro embolotado e quente com manteiga derretida em cima. Rapaz... Acho que vou engordar nesses próximos meses.
domingo, 5 de junho de 2011
Tem jeito?
Eu só consegui falar alguma coisa depois de meia hora. Os alunos estavam entrando e saindo da sala. Outros alunos, de outras turmas, também entravam e saíam da minha sala. Alguns jogavam cadeiras contra os outros. E outros alguns jogavam palavrões do mais baixo calão em cima dos seus colegas. A professora da turma (que estava pra se aposentar) não parava de gritar. Bradava lições de moral. Parecia uma mãe desesperada. "Vê, minha filha? Tem jeito pra uma turma dessa?", ela dizia isso num intervalo de 5 minutos, no máximo. "Deixem Maisa falar! Roda a roleta, Maisa! Eu quero um computador.", um menino loiro e cabeludo, em meio a risadinhas, conseguiu fazer a turma se acalmar pra que eu pudesse falar. Fiquei abestalhada com o meu primeiro apelido revelado. Comecei a minha aula. Me senti como se falasse pro meu espelho. Só eu interagia comigo. Os alunos riam, escreviam alguma coisa que eu não queria ter conhecimento. Talvez estivessem me desenhando. Podiam até estarem escrevendo uma crônica. Sobre mim. Descendo o cacete, assim como eu fazia nos tempos de colégio.
Foi uma merda! Nunca tinha dado uma aula tão ruim. Uma aula de dez minutos que não rendeu nenhum minuto. O sinal tocou e todos os outros alunos das outras turmas entraram e saíram da sala. A professora com quarenta anos de profissão veio até mim e soltou: "Vê, minha filha? Tem jeito pra uma turma dessa?".
Imaginei essa senhora dando aula todos os dias, pra um monte de pirralho que não está nem aí pra o que ela fala. Passar quase meio século nessa tortura é muito amor pelo que faz. Ou único meio de sobrevivência. Conheço muita gente que só é professor porque é mais "fácil" ser professor. Em qualquer buraco você pode ser professor. "Tenho jeito com criança e to precisando de dinheiro. Vou ver se dá". Foi o que minha mãe disse quando iniciou a sua carreira de melhor professora do mundo.
Mamãe estava terminando a faculdade de Educação Física e tinha uma filha, eu. Precisava pagar a faculdade e as minhas fraldas. Falou com a amiga de uma amiga que tinha uma amiga que trabalhava com uma amiga que precisava de uma amiga pra auxiliar em sala de aula, pois não aguentava o tranco sozinha. Era muito pirralho com a bunda suja. Foi um caminho sem volta. Mamãe chora até hoje, pois não aguenta mais a sala de aula. Os cabelos brancos apareceram mais cedo. Os problemas com os filhos foram aumentando. Gastou mais dinheiro com terapia. Mas é a única coisa que ela sabe fazer muito bem, por mais que não goste.
"Eu choro todas as noites, minha filha. Fico me perguntando como eu aguentei esses anos todos", dizia a professora no intervalo. Eu já estava decidida que eu não queria ser professora de escola. Meus estrangeiros são alunos maravilhosos. São todos sedentos pela minha aula. Eles precisam aprender e sabem disso e querem isso. Eles não jogam cadeira, nem se penduram no ventilador de teto, nem se cagam nas calças. Eu tenho que dizer que é terrível, pra ninguém tomar o meu lugar.
"Professora, vem aqui rapidinho. Estagiária, pode vir também". Menino, fui chamada pra algo muito importante. Era o último dia da professora na escola. Ela ia se aposentar, finalmente. A coordenadora abriu a porta de uma sala e dentro dessa estavam alguns muitos alunos de várias turmas, algumas bolas, alguns bolos, alguns salgadinhos e todos os outros mal humorados professores. Eu pensei que a professora ia ter uma turica. Ela colocou a mão no coração e começou a chorar. Todos queriam tirar foto com ela, todos queriam falar algo bom dela, todos queriam dar um cheiro e dizer que vão ficar com saudade.
Ela fez um belo discurso. Citou Camões, Pessoa e Drummond. Falou um excelente português culto com um belo sotaque paraibano bem puxado. "Não aguentarei permanecer distante de vocês. Serei voluntária da escola", e chorou. E os alunos choraram. E as professoras cinquentonas choraram. E o diretor da escola chorou. Depois tocaram um forró e as aulas foram suspensas. Os professores acharam ótimo não terem que dar aula. Eu achei ótimo e fui pra casa.
Tenho que planejar as aulas da semana. Mas tenho medo de ficar nesse negócio. Não quero ter cabelos brancos cedo. Não quero me estressar com os meus filhos, nem quero fingir ser legal e engraçada pra agradar pai de aluno. Não quero chorar tanto... E, definitivamente, não quero limpar a bunda dos outros.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Coisas "Antigas"
Em 2004 eu tinha quantos anos? 15? É... Faz seis anos que escrevi uma carta. Uma carta destinada a um amor distante. Eu já era fail nessa época. Eu sei que de 2004 pra cá não se passou muito tempo. Mas creio que devo ter amadurecido ao menos um cadinho.
Ao ler meus diários e lembrar de fatos da era acneia da minha vida (se bem que a acne ainda perdura) eu percebi o quão estúpida eu era. Eu me iludia muito fácil com meninos que não me davam a mínima atenção. Isso acontece com 99,9% das meninas de 15 anos que não são bonitas nem gostosas. Eu era uma magrela, cheia de espinhas, que se vestia estranho. E ainda era chatinha. Mas eu tinha direito de me apaixonar. E fui louca por um primo da minha melhor amiga da época. E foi tudo tão bonito... O mirc era o nosso local de flerte. E quando queríamos escrever algo mais elaborado, enviávamos cartas. Eu esperava pelas cartas assim como pirralho espera pela merenda. E é claro que eu tinha que ver antes que a minha mãe visse.
Nos conhecemos no meu aniversário de 13 anos e foi com ele que eu tive o meu primeiro beijo (que não foi ruim). Ficamos 1, 2... acho que 3 vezes. Mas ele teve que voltar pra cidade dele... Então voltamos às cartas.
Acontece que as respostas dele começaram a demorar. Eu mandava duas cartas para uma curta resposta. Até que a última eu não mandei.
Foi ela que eu encontrei (na verdade foi a minha irmã quem encontrou e ficou rindo da minha cara).
Se liga:
"Meu quarto, escutando 'My band' - D12 (Iaca) - 15/10/2004
Oi!
Por que não me respondeu até agora? (Feliz aniversário atrasado)
- Tá sem tempo?
- Tá descontando porque demoro a responder as suas?
- Preguiça?
Não aceito desculpas... Aceito uma carta.
Praticamente 2 meses sem net, sem computador... Nem escrever no bloco de notas eu posso mais.
Putz... O que eu vou escrever?! Faz um ano e alguma coisa que a gente não se vê... Uns meses que não tenho notícia da sua vida. Como eu vou escrever algo sobre nós se nem assunto tem?
A solução é falar da minha bagunça (vida).
A minha vida financeira é um vácuo. Não tem nada. Nem aquelas notinhas falsas que se ganha em cantina. Teve um dia que eu tive que juntar moedinhas do meu santo cofrinho pra pagar o busão. Agora imagina; um monte de moeda de 5 centavos... Normal. Tive que sair do Ballet também.O que pode me deixar obesa, porque eu não páro de comer.
Já te contei que eu talvez vá pra Brasília? Acho que já, né?
Eu e Larissa estamos com um projeto. É que a gente se revolta com aquele jornalzinho (se é que aquilo pode ser chamado de jornal) fútil 'Moçada que Agita'. O pior de tudo é que todo mundo lê, inclusive eu. Mas nós estamos querendo fazer um jornal alternativo, direcionado aos interesses estudantis. Nada de bilhetinhos ridículos. A gente já tem apoio, só falta pôr no papel.
Olha, eu não tenho mais nada em mente pra escrever! Quando você me responder, me pergunte algo do seu interesse.
Beijos
Saudades
Dija"
Nunca mais nos falamos direito. Mesmo se eu tivesse mandado esta carta (muito desaforada) ele não teria me dado cabimento.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Justificativa desnecessária
Depois que eu comecei a cursar Letras, eu me senti meio podada a escrever. Após criticar tantos textos, consertar outros, eu não consigo escrever uma linha espontaneamente. Acabo forçando a minha escrita e, na maioria das vezes, ela sai um lixo.Tirando o fato de que tenho preguiça de reescrever.
Então nesse blog você não vai ler textos excelentes. Nem atualizações em tempo certinho. Nem coisas super interessantes, nem curiosidades...
Esse blog tem o intuito de me fazer desabafar, rs. E você, leitor, será o meu ombro.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
ratlov oreuq
orohc.orohc.orohc.orohc.orohc.orohc.orohc.orohc.orohc.orohc.orohc.orohc.orohc.orohc.orohc.orohc.orohcorohc.amac.ahnizoc.eãmam.atrop.orrac.eficeredotroporea.oãiva.ailísarbmeoãxenoc.orohc.orohc.orohc.orohc.
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ahnizoc.ohnab.atiefalam.orohc.orohc.orohc.orohc.orohc.orohc.orohc.orohc.orohc.orohc.orohc.orohc.orohc.
ojieb.
Era uma vez no google
Na minha saga em busca do número da minha drt (eu não sei onde se vê esse número na carteira de trabalho) pelo google, me aparece uma surpresa. Diferente dos fatos biográficos narrados neste blog, o que eu encontrei me deixou muito feliz. Um pouco envergonhada, mas muito feliz.
Passando o mouse pelos resultados da pesquisa eu vi:
14 jul. 2010 ... A direção e o texto são da profª Edja Camila. Edja, adorei a montagem, parabéns para você e seus alunos! " (...)
Cliquei em cima, né? E vi o blog da autora do livro "Era mais uma vez outra vez". Fiz uma adaptação para o teatro deste livro. Acho a história genial. =] E fiquei muito feliz em ver que a autora do livro viu a peça, por acaso. Ela, inclusive, já morou por aqui, como disse no blog.
Eu ainda estou muito nervosa... HAHAHAHA
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Quando a gente acorda bem

O fato da minha mãe ter viajado de novo já me deixa muito aflita. Mamãe, contra as leis divinas, é a cabeça da família. Sem mamãe a casa vira um caos. Serão dois dias de extrema desordem... E pela manhã, antes dela partir, ela me deu o seu cartão de crédito (escondida) para que, se eu precisasse, eu usasse. Deixou do lado do meu travesseiro, como sempre (eu estava dormindo, né?).
Acordei ja com preguiça do dia inteiro. Hoje terei muitas coisas pra fazer... Acordei planejando cada minuto das horas que estarei acordada... Quando escuto um barulhinho de plástico sendo super mastigado. A demônia da minha cachorra dos infernos estava mastigando algo que eu pensava ser os meus óculos... Mas não.. ERA MUITO PIOR. Sunny estava tirando os seus tártaros com o cartão de crédito de mamãe! Consegui salvar o cartão... "SALVAR"...Ele esta tão mastigado que eu não consigo ler os numeros dele... O chip está intacto... Mas como eu vou enfiar o resto na maquininha? Ta tudo destruído.
E agora? Eu aviso a mamãe e estrago a viagem dela? Eu aviso a Eduardo e provoco uma briga de casal? Eu fujo com o cartão e digo que fui assaltada? Eu oro para que Deus opere um milagre?
O fato é... Este cartão era minha única fonte de dinheiro... Com um monte de coisa pagável para resolver eu fico lisa.... Vou me jogar da varanda... AGORA! E levo Sunny junto para as profundezas...
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Os negão
Hoje a aula com os congoleses foi muito interessante.
Eu não estava me sentindo muito bem em relação a essas aulas. Estava me sentindo um cadinho incompetente pelo fato de algumas vezes eu não conseguir esclarecer algumas dúvidas que os alunos tinham. Mas hoje foi tão bom...
Fizemos narrações orais. Sim... Por uma aula nós fomos contadores de histórias.
Primeiramente, claro, eu contei uma historinha a eles. Chapeuzinho Vermelho. Com direito até a musiquinhas e vozes estranhas. Eles se divertiram muito... Se eles frescaram da minha cara, não importa. O que importa é que eles compreenderam a estrutura. Entenderam a entonação da voz e todo o resto.
Pedi que eles criassem alguma historinha dessas... Um conto de fadas mesmo. As fadas não apareceram, mas surgiram cachorros que tocavam com Mozart e passarinhos que comiam caçadores. E utilizaram bem os verbos no presente, pretéria e futuro (que era o objetivo maior do exercício).
O jeito que eles contaram foi tão lindo. Pareciam mesmo contadores de história. Devia ter gravado... Aí eu vi que consegui fazer algo certo. Se eles entenderam e fizeram o que foi previsto é porque a professora aqui passou as informações corretamente.
Pra finalizar eu apelei para o que eles mais gostam: música. Peguei uma música cheia de "pilantragem" de Wilson Simonal, que contava uma outra versão da historinha do "Lobo Mau " e "Chapeuzinho Vermelho". Nossa... Como eles são musicais. Adoraram, cantaram, dançaram e aproveitaram a aula. ^^
E eu to bem, né?
ps: fui procurar uma imagem de professora e só encontrei coisa feia.............desisti.
Eu não estava me sentindo muito bem em relação a essas aulas. Estava me sentindo um cadinho incompetente pelo fato de algumas vezes eu não conseguir esclarecer algumas dúvidas que os alunos tinham. Mas hoje foi tão bom...
Fizemos narrações orais. Sim... Por uma aula nós fomos contadores de histórias.
Primeiramente, claro, eu contei uma historinha a eles. Chapeuzinho Vermelho. Com direito até a musiquinhas e vozes estranhas. Eles se divertiram muito... Se eles frescaram da minha cara, não importa. O que importa é que eles compreenderam a estrutura. Entenderam a entonação da voz e todo o resto.
Pedi que eles criassem alguma historinha dessas... Um conto de fadas mesmo. As fadas não apareceram, mas surgiram cachorros que tocavam com Mozart e passarinhos que comiam caçadores. E utilizaram bem os verbos no presente, pretéria e futuro (que era o objetivo maior do exercício).
O jeito que eles contaram foi tão lindo. Pareciam mesmo contadores de história. Devia ter gravado... Aí eu vi que consegui fazer algo certo. Se eles entenderam e fizeram o que foi previsto é porque a professora aqui passou as informações corretamente.
Pra finalizar eu apelei para o que eles mais gostam: música. Peguei uma música cheia de "pilantragem" de Wilson Simonal, que contava uma outra versão da historinha do "Lobo Mau " e "Chapeuzinho Vermelho". Nossa... Como eles são musicais. Adoraram, cantaram, dançaram e aproveitaram a aula. ^^
E eu to bem, né?
ps: fui procurar uma imagem de professora e só encontrei coisa feia.............desisti.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Olha...
Eu adoro chuva. Chuva refresca... Você dorme bem quando se está chovendo. Para quem tem namorado (a) também é muito legal, um xamêgo na chuva é muito bom. Mas a chuva traz muita água... Essa água fica acumulada nas ruas... E vai acumulando até formar um lago cheio de coisas ruins que se prendem ao asfalto... Depois de formar isso... Você, feliz com a chuva refrescante (ou não), sem guarda-chuva, querendo muito chegar no seu compromisso, vai passar por perto desse acúmulo de água. E bem no momento que você passa pelo laguinho formado por uma chuva maravilhosamente refrescante aparece um filho da mãe, dirigindo um carro enorme em altíssima velocidade e você leva um senhor banho de lama e outras coisas que estavam na água que eu não gosto nem de imaginar. Imediatamente algo ruim sai das suas pregas vocais. Não venha me dizer que você conta até dez e fica feliz e calmo depois. Não minta. O pensamento já vale! Eu só sei que isso aconteceu comigo hoje, quando estava indo para a minha aula de Canízio na Fazendo Arte. E eu voltei pra casa revoltada e com medo de ser assaltada. Daí é mais um dia que eu não vou pra aula. Mais um dia que eu não piso na Fazendo Arte. Mais um dia que eu engordo e fico sem grana.
Eu fico em casa... Vendo vídeos no youtube, conversando lorota com amigos virtuais, comendo chocolate, com a tv ligada, deixando pra depois todas as coisas importantes que eu tenho que fazer. Sério, eu hego em casa e me torno a senhora improdutiva. Já estou até ficando com sono...
Vou acabar dormindo e não fazendo nada. Dia triste, pense.
Eu fico em casa... Vendo vídeos no youtube, conversando lorota com amigos virtuais, comendo chocolate, com a tv ligada, deixando pra depois todas as coisas importantes que eu tenho que fazer. Sério, eu hego em casa e me torno a senhora improdutiva. Já estou até ficando com sono...
Vou acabar dormindo e não fazendo nada. Dia triste, pense.
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