terça-feira, 27 de outubro de 2009

domingo, 25 de outubro de 2009

Ultima parte preguiçosa do diário de bordo do dia 16 de outubro de 2009

Pois é. Quando abro a porta... Duas camas desarrumadas! Mas éramos três! E somos dignas de um quarto limpo, não? Nao fomos as únicas: João, Samuel, Alfredo e Iberê sofreram a mesma coisa. Depois de muita espera nosso problema foi resolvido. Os meninos acharam um quarto lá e nós fomos transferidas para a ala dos fumantes. Ah, nem liguei pra isso! Eu queria um banho. Queria minha cama. Dormi.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Diário de Bordo do dia 16 de outubro de 2009 parte 2


Depois de mais de 15 horas de viagem (acho eu), depois de ver todos os filmes relacionados à peça, depois de me empanturrar de pastel doce trazido por Inaldo (nosso guia), depois de fazer xixi em banheiro fedido, finalmente senti o cheiro do acarajé, escutei o som do berimbau... Cheguei delirando de fome (sim, porque se empanturrar de pastel é encher só o buraco do dente) e de cansaço... Chegamos em Salvador! Acho, não lembro, que eram uma 10 horas da noite. Não. Era mais... Eu quero crer que era mais.

Fomos comer no Habbib's que era mais perto e barato. Lá tivemos o primeiro contato com os nativos. Me frustrei. Tinha mais negro no nosso grupo do que no recinto. Mas se formos falar de qualidade, NÉ SARINHA? O garçom, único negro, era um rapaz bem apessoado e tal (pra não dizer que ele era um negão gostoso e pá). Nos atendeu divinamente. Agora eu penso se também não foi delírio.

Pelo tempo que levei observando as ruas com seus semáforos alienígenas (eram tão estranhos) percebi que Salvador é enorme. O Hotel era um pouco meio distante do Habbib's... Ou será que foi mais um delírio? Só lembro das pessoas pegando suas chaves no Hotel San Marco (que não era tão bonito como na foto) e eu peguei a minha. Me uni a Taciana e Vivi e subimos a escada de emrgencia em direção ao primeiro andar (vivi tem medo de elevador). As malas estavam tão pesadas, minhas pernas estavam tão pesadas, os meus olhos estavam tão pesados...

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Diário de Bordo do dia 16 de outubro de 2009 parte 1


Embarcamos todos às 5:40 da manhã de frente à Fazendo Arte. O ônibus ainda estava limpo e os tripulantes ainda tinham um bom cheiro. Valeska ainda conservava o bom humor. Mas o sono prevalecia. Todos estavam empolgados com a viagem. Mas o sono prevalecia.
Guardei minha bagagem e acomodei Vivi no seu lugar (tirando o apoio de braço e deixando espaço pra ela deitar). Escolhi meus companheiros de viagem: João Moita e Clara Nóbrega. Capotei. Dormi. Devo ter sonhado, todavia nem me vem à cabeça o sonho. Só sei que quando acordei o sol já tinha aparecido, assim como o nosso guia (Inaldo) que já nos mandava olhar para a nossa esquerda e ver algo de grande relevãncia como pedras, pistas, placas...
Paramos numa cidade chama Escada, se eu não me engano, pra tomar o café da manhã. Eu ainda tinha comida de casa dentro de mim. Só que teríamos muitas horas na estrada até chegarmos em outro local de comilança. Catei Vitória, passamos no banheiro e fomos ao balcão escolher a comida. Assim... Não era o lugar mais limpo... Tinha até vômito na entrada. Então eu lembro das caravelas portuguesas e imagino que a situação lá seria bem pior. Peço meu pão com queijo, meu suco de laranja (pedi o mesmo pra vitória) e rio das piadas do balconista. Aliás... Esse balconista precisa de um post só dele! Era sensacional.... Ele fazia cada coisa com os copos! E eu estava sem a máquina nessa hora... Droga.
Rolaram partidas de adedonhas, de uno, de sono... É pronto.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

UFPB CCHLA - a espera das 20:40


Devia ter trazido meu crochê. Nem trouxe todos o textos... Li uns de Literatura Brasileira e descobri que tenho duas cópias de cada. Reli textos de Literatura Portuguesa pra ver se passava o tempo. Se passou uma hora na congelante biblioteca setorial de Economia. Pra comer minutos eu andei devagarinho até o DLCV (Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas)e tentei descobrir se meu fichamento de Literatura Brasileira foi entregue à Marli. Foi inútil... Aqueles funcionários sequer sabem o nome dos professores... Só sabem escutar Michael Jackson e comer pipoca Boku's.

Aí fui na praça, né? Quanta falta os meus amigos da manhã me fazem. O pessoal da noite é até legal. Mas observar as criaturas estranhas que residem na praça da Alegria não tem graça quando se faz isso sozinha. É triste a ausência dos comentários maldosos de Mábia, Estêvão, Laís, Vivianne e Maynne. Assim como as aulas não têm o mesmo sabor sem as piadas geniais de Bruna. Dei uma analisada de longe. Percebi que a estranah da praça agora sou eu. Pois é... Eu não sou "porralouca" e nem vou no anfiteatro beber vinho e fumar maconha com a galera de psicologia.


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Neste momento Anderson (coordenador do curso de filosofia) entrou e me deu um abraço bembom. ^^

Depois o padre entrou e eu tive uma lenta aula de literatura. Lenta e muito boa. Só eu fiquei acordada!

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Trailler

http://www.youtube.com/watch?v=Tot5zvDh_a8

Trailler de "À Deriva"

À deriva





Morro de inveja de quem lê um livro apenas por lazer. Faz anos que eu não faço isso. A partir do momento que entrei na Universidade e comecei a estudar crítica literária, a minha vida como leitora não foi mais a mesma. Não tenho mais um olhar leve e despreocupado para uma obra literária. Nós, estudantes de Letras, sempre analisamos cada palavra escrita, já involuntariamente. É um inferno. Viramos os chatos, os pré-conceituosos, os metidos. Mas eu vou fazer o quê se Chico é clichê, se Paulo Coelho não possui identidade brasileira e não merece estar na Academia, se Dan Brown...? Sem ofensas para quem lê. Como já disse, eu invejo aqueles que conseguem ler essas coisas e achar bom. Pois agora são poucos os autores que achamos integralmente geniais.
Tem acontecido algo parecido em outra área. O "Geração Saúde" me fez aprender pouca coisa sobre imagem, sobre cinema, sobre ator. Digo pouca coisa porque não fiz um curso para isso. Estamos, nós do elenco, aprendendo tudo na prática. E assistir qualquer coisa (seja novela, seja série, seja curta, seja longa) virou um momento de análise também. Ontem, após a nossa reunião na VDG, eu, Rebecca (Leila) e Erick (Rafael) fomos ao cinema. E na hora nós escolhemos o filme nacional premiado "À deriva". Um filme "totalmente Dani", que com certeza, se Dani (nossa diretora) tivesse assistido, seria referência para a série. Adolescentes, praia... Lembra um pouco, eu disse um pouco, "Glue". Acho que pela fotografia, pelo fato de perder o foco, da câmera na mão, do movimento de cenas. Ficamos até o fim dos créditos o que nos fez lembrar a frase costumeira de Ferdinando :" Veja quantas pessoas estão envolvidas nesse projeto".
O filme é surpreendente. Eu fui ver a sinopse e achei que fosse sem graça. "Sinopse: Garota de 14 anos descobre que seu pai tem uma amante, enquanto inicia sua vida sexual". Mas não se pode colocar mais informações. Senão perde a graça. O filme não é clichê e nem apelativo. A protagonista, escolhida pelo orkut (Laura Neiva), é uma fofa. As cenas não são interpretadas, são vividas.
Eu, com minha mínima noção de cinema, recomendo. Se foi premiado é porque presta, né? Saibam BEM MAIS sobre o filme. Eu não tenho moral para fazer uma crítica mais profunda.

sábado, 12 de setembro de 2009

Casa de Macaco

http://www.youtube.com/watch?v=HyfcOriVKBM

Acabei de chegar da casa de Macaco e Pablo. Divertido pacas. Pena que todo mundo tem que acordar cedo...

Aí vai um vídeo que me faz ter saudades dos tempos de ócio na praça da alegria em que eu, Dio e Pablo cantávamos com entusiasmo assustando todos os bichos grilo.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

De morte

Gente, graças a @drix182 tive a oportunidade de ficar noiada com morte hoje. Para que vocês tambem se inspirem eu indico um site mórbido.
http://ifidie.org

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Ao som de Baluarte


Eu sabia que a minha fase disposta e saudável ia passar logo logo. Ontem eu não fui caminhar. Tive ensaio do Geração Saúde com o núcleo de Danilo e Fátima. Foi muito bom. Muito produtivo. Passamos uma manhã inteira vivendo as personagens de forma intensa. Refizemos algumas cenas fortes, como a que Fátima conta a Danilo que acha que está grávida. Essa história de trabalhar as duplas isoladamente foi muito legal Nós ficamos mais concentrados e tanto a preparadora (Marcélia Macabeia) como a diretora (Dani) conseguem trabalhar melhor conosco. Finalmente eu e Rafael encontramos Fátima e Danilo. E é muito bom escutar isso de Dani. Enfim. Isso me deixou bastante aliviada. Eu tava aperrida em não conseguir tornar Fátima real.
À tarde eu fui na casa de vovó. Fazia tempo que não aparecia pro lá. Estava com saudades. O melhor é ouvir "Camila, tu tá muito magra" e receber em seguida um pedação de bolo com queijo manteiga.
De noitinha eu desci pra praia. Encontrei com Pablo. Conversamos bastante. Pablo tem sido um amigão. E nossas conversas divertidas technovikinganas duraram uma noite longa até o fim do show da banda Impulso no John People. Por falar em John People... Minha gente que bar caro! O petisco mais barato, uma porção de batata frita, era coisa de dez reais... As outras coisas eram vinte e tralalá. Mas valeu a pena. A banda fez um show muito divertido tocando musgas dos anos 70, 80 e outras mais recentes. Eu dancei muito na minha cadeira. De lá peguei carona com Rodolfo e chegamos conversando nostalgicamente em casa lá pelas 2 da manhã. Daí eu não dormi direito, né? Acordei cedo hoje... Não caminhei... Fui na casa de vovó. Soono... Daqui a pouco vou dar aula... Soono... To com medo de ser expulsa do projeto... Soono...